Estação da Música - A Música dos Seus Sonhos
Sáb, 19 de Maio de 2012
Artistas
Arnaldo Baptista
Arnaldo Baptista

Música Mutante
Bia Krieger
Bia Krieger

As Línguas da Música

Música Renascentista - A Liberdade do Som E-mail
História da Música
Escrito por Raí T. Rio   
O período da Renascença se caracterizou pelo enorme interesse do homem no saber e na cultura, particularmente a muitas ideias dos antigos gregos e romanos. Na música, os compositores passaram a ter um interesse muito mais vivo pela música profana, ou seja, a música não religiosa, inclusive mais interessados em escrever peças para instrumentos, já não usados somente para acompanhar vozes. Apesar disso, os maiores tesouros musicais renascentistas foram compostos para a igreja, num estilo descrito como polifonia coral ou policoral e cantados sem acompanhamento de instrumentos.
Falando da criação vocal, lembramos que na Basílica de São Marcos, em Veneza, por exemplo, havia dois grandes órgãos e duas galerias para coro, situadas em ambos os lados do edifício. Isso deu aos compositores a ideia de compor peças para mais de um coro, chamadas policorais. Assim, uma voz vinda da esquerda é respondida pelo coro da direita e vice versa. As peças mais utilizadas eram os Motetos e os Madrigais. Os Motetos eram peças escritas para no mínimo quatro vozes, cantados geralmente nas igrejas. Os Madrigais eram canções populares escritas para várias vozes e que se caracterizam-se por não ter refrão. De grande sucesso nas Inglaterra do século XVI, passaram a ser cantados nos lares de todas as famílias apaixonadas por música. A música renascentista é de estilo polifônico, quer dizer, possui várias melodias tocadas ou cantadas ao mesmo tempo.
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Música Medieval - O Som Em Pauta E-mail
História da Música
Escrito por Raí T. Rio   
Por volta do século IX apareceu a pauta musical, rompendo com a tradição até aquele instante de a música ser cultivada apenas por transmissão oral.  Tudo começou com o monge italiano Guido d’Arezzo (995 - 1050) que sugeriu o uso de uma pauta de quatro linhas, cujo sistema é usado até hoje no canto gregoriano, a música sagrada da Igreja. A utilização do sistema silábico de dar nome às notas deve-se também ao monge Guido d'Arezzo e encontra-se numa melodia profana, hino que os meninos cantores entoavam ao padroeiro dos músicos São João Batista, para que os protegesse da rouquidão. Cada linha desta melodia começava com uma nota mais aguda que a anterior. Guido, mestre de coro da Catedral de Arezzo na Toscana, era encarregado do coro da escola por volta de 1030 e certamente conhecendo os progressos musicais e sendo ele próprio um músico inventivo, concebeu um sistema para aprender música de ouvido. Guido associou à melodia a um texto sagrado em Latim, cuja primeira sílaba de cada linha podia dar o nome de cada nota da escala musical, conforme esquema abaixo:

Música Medieval - O Som Em Pauta

Ut queant laxit
Ressonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solvi polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes


A tradução para o texto acima, em português, é esse: "Para que nós, servos, com nitidez e língua desimpedida, o milagre e a força dos teus feitos elogiemos, tira-nos a grave culpa da língua manchada São João."
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Destaque

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A Cor do Som

Beleza Pura da Música
A Cor do Som
Naturalidade: Bahia
Carreira: 1977 - HOJE
Site: www.acordosom.com.br
A Cor do Som é uma banda formada no final dos anos 70 no núcleo dos Novos Baianos (Dadi, baixo e guitarra; Armandinho, substituído por Victor Biglione e depois por Pedro Santana, guitarra e bandolim; Mu, teclados; Gustavo, substituído por Jorge Gomes, bateria; Ary Dias, percussão e Pepeu Didi, baixo), Pioneiro na fusão de ritmos brasileiros com a linguagem do rock, o grupo A Cor do Som destacou-se no cenário artístico brasileiro já em sua estréia, no Festival Nacional do Choro (TV Bandeirantes/1977), ao introduzir, com excelente habilidade técnica, instrumentos elétricos na interpretação tradicionalmente acústica do chorinho na apresentação de “Espírito Infantil” (Mú Carvalho). Lançou, em seguida, o LP “A Cor do Som” (1977), despertando a atenção da crítica especializada e gerando a formação de uma platéia cada vez mais numerosa e fiel. Foi a primeira banda brasileira a participar do Festival de Montreux, sendo a apresentação registrada no LP “Ao vivo em Montreux" (1978), ao qual se seguiram os discos “Frutificar” (1979), “Transe Total” (1980), “Mudança de Estação” (1981), “Magia Tropical” (1982) - a partir daqui já sem Armandinho e com a participação alternada de Victor Biglione e Perinho Santana - “As quatro fases do amor” (1983), “Intuição” (1984), “O Som da Cor” (1985) e “Gosto do Prazer” (1987),  Reunindo sua formação original, o grupo lançou mais um disco em 1996: “A Cor do Som ao vivo no Circo”, contemplado com o Prêmio Sharp, na categoria Melhor Grupo Instrumental.
A Cor do Som
No dia 24 de agosto de 2005, o grupo A Cor do Som voltou a atuar com um registro acústico, gravado ao vivo na casa de shows Canecão (RJ). A apresentação foi marcada por diversas participações especiais, dentre elas de Moraes Moreira, em "Davilicença", Caetano Veloso em "Menino Deus" e Daniela Mercury em "Beleza Pura", entre outras participações. O show no Canecão gerou a gravação do CD e DVD “A Cor do Som Acústico”, com sua formação original: Armadinho, Dadi, Mú Carvalho, Gustavo Schroeter e Ary Dias. O lançamento do trabalho registra a relevância histórica do grupo A Cor do Som no cenário musical brasileiro, com destaque para a habilidade de seus integrantes, instrumentistas com sólidas carreiras individuais.

Principais discos de A Cor do Som:

* A Cor do Som - Warner - 1977
* A Cor do Som ao vivo no Montreux International Jazz Festival - Warner - 1978
* Frutificar - Warner - 1979
* Transe Total - Warner - 1980
* Mudança de Estação - Warner - 1981
* Magia Tropical - Warner - 1982
* As Quatro Fases do Amor - Warner - 1983
* Intuição - Warner - 1984
* O Som da Cor - Warner - 1985
* Gosto do Prazer - RCA Victor - 1986
* A Cor do Som Ao Vivo no Circo - MoviePlay - 1996
* A Cor do Som Acústico - Performance/Sony - 2005 (CD e DVD)

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Almôndegas
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Caco Velho
Caco Velho

O Negro no Barco do Samba
Vinil - A Longa Vida do Prazer E-mail
Memória Afetiva da Música
O Disco de vinil, ou simplesmente Vinil ou ainda Long Play (abreviatura LP) é uma mídia desenvolvida no início da década de 1950 para a reprodução musical, que usa um material plástico de mesmo nome. Trata-se de uma bolacha de material plástico, usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, as quais podem ser reproduzidas através de um toca-discos. O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se, na verdade, de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar, essa vibração é transformada em sinal elétrico e por fim amplificado e transformado em som audível (música). O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção.
Vinil - A Longa Vida do Prazer
A poeira é o pior inimigo do vinil pois funciona como um abrasivo, danificando tanto o disco como a agulha. O disco de vinil surgiu no ano de 1948, tornando obsoletos os antigos discos de goma-laca de 78 rotações, que até então eram utilizados. Os discos de vinil são mais leves, mais maleáveis e resistentes a choques, quedas e manuseio. Mas são melhores principalmente pela reprodução de um número maior de músicas (ao invés de uma canção por face do disco) e finalmente pela sua excelente qualidade sonora. A partir do final da década de 1980 e início da década de 1990, a invenção dos compact discs (CD) prometeu maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados, provocando o ocaso (fato não consumado) dos discos de vinil. Eles ficaram obsoletos e desaparecerem quase por completo no fim do Século XX.
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Discoteca
A Nave Vai A Nave Vai
1985 3 de 53 de 53 de 53 de 53 de 5
Peça Peça
2008 2 de 52 de 52 de 52 de 52 de 5
Trappa Trappa
2008 2 de 52 de 52 de 52 de 52 de 5
Artistas
Discos: 1
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Brega Chique
Discos: 0
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